Que a 25 de Março é um dos pontos mais visitados da capital paulista tanto por turistas quanto por moradores, você já sabe, não é mesmo?

Mas, nem sempre ela teve esse nome. Ela já foi chamada de “Rua das Sete Voltas” por um motivo bem peculiar. Quer saber qual? Confira a seguir um pouco sobre as origens da Rua 25 de Março e surpreenda-se!

As origens da Rua 25 de Março

História

As origens da Rua 25 de Março

Ao vislumbrar o verdadeiro “mar de gente” que lá circula hoje em dia muitas pessoas não fazem ideia de que, originalmente, a Rua 25 de Março era um rio. Isso mesmo! E, além de tudo, navegável. Tratava-se de um trecho do leito do rio Tamanduateí que recebia águas do Anhangabaú e desaguava no rio Tietê.

Esse trecho do rio Tamanduateí era bastante sinuoso e graças a isso um dos primeiros nomes da 25 de Março foi Rua das Sete Voltas (sete era o número de curvas do Tamanduateí). Após um processo de retificação do leito a área foi drenada e a 25 passou a se chamar Rua de Baixo (ou “Baixa de São Bento”) uma vez que se situava “abaixo” do Mosteiro de São Bento.

Vocação para o comércio

A navegabilidade do rio Tamanduateí transformou a região numa espécie de escoadouro das mercadorias que entravam pelo porto de Santos. Na área na qual estava localizada a sétima curva do Tamanduateí (hoje correspondente à 25 de Março) havia um porto que era conhecido como Geral. Daí se origina o nome da Ladeira Porto Geral, famosa por abrigar lojas de fantasias e de bijuterias.

As origens da Rua 25 de Março

Os primeiros comerciantes da Vinte e Cinco eram de origem árabe. Diversos imigrantes sírios e libaneses marcaram a atividade comercial da região. Segundo registros, a primeira loja foi aberta pelo libanês Benjamin Jafet em 1893 e se chamava Nami Jafet & Irmãos.

Nos últimos anos tem se destacado a presença de chineses e coreanos na atividade comercial da região.

Fato é que a Vinte e Cinco é conhecida por ter bons preços. Entre lojas e camelôs é possível encontrar uma gama infinita de produtos. De acessórios para cabelos a cristais para lustres passando por bijuterias e fantasias estima-se que 48% dos compradores gastem até R$ 2,5 mil.

Se inicialmente o comércio da Vinte e Cinco de Março atraia as classes mais baixas da população, um processo de modernização das lojas, iniciado a partir de 2010, fez com que o leque de visitantes de abrisse. Dessa forma os lojistas da região começaram a atrair também o público da classe A.

Agora que você conheceu um pouco da história do maior centro comercial a céu aberto da América Latina que tal se programar e conferir nossas dicas para visitar a 25 de Março?


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